Não há nada de novo,
denovo debaixo do sol.
Seguimos do mesmo modo,
nodo em cima de nodo,
nodos nefastos nutrindo,
amarga e hedionda dor.
Dor de saber as verdades
e não ter como contar,
temendo que covardes
mandem me assassinar.
Não há nada de novo,
denovo debaixo do sol.
Muito é falado,
pouco é apurado,
porém quem ousa
da casinha sair,
exorto a se preparar,
pro achincalhe virulento,
aviltante e violento
que está por vir,
mas resta o alento,
da consciência ouvir,
sendo honesto ao agir.
Não há nada de novo,
denovo debaixo do sol.
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