sexta-feira, 1 de setembro de 2017
Rara ternura
Pode um ser, ser tão amado,
tanto, a ponto de alguém
sacrificar-se por ele,
impedindo-o de ser machucado
e em corpo e em moral
nunca ser flagelado?
Mãos que afagam, que amam e que protegem
e incansáveis não param de trabalhar
pelo bem deste, ou destes seres
que precisam tanto de nós
e tocam fundo nosso sentir
nos ensinando o verbo amar.
Precisam tanto de nós
como também nós deles,
pois chegado o fim do dia,
outro! Cheio de luta e agonia,
adentramos nosso lar
ávidos por descansar
livrar-se do fardo a pesar,
pra serenidade poder encontrar
nas crianças ao repousar.
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