Vivo esperando que um dia,
minha vida aponte uma via,
para que eu possa me sentir
como alguém que tem
com o que contribuir.
Vejo tudo tão errado,
é difícil ser imune,
não se sentir machucado.
O aço afiado do cotidiano
em meu peito vai se firmando
em dor renitente
fazendo mais um impotente,
que diante de um mundo doente,
se põe a chorar,
sem alternativa,
a lamentar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário