Eu nem sei porque
lhe escrevi uma poesia.
eu hoje me pergunto,
se em você, tal lirismo cabia.
Eu nem sei porque
lhe escrevi uma poesia.
fiz no ímpeto do sentimento,
sem saber sequer se você merecia.
Mas ainda reconheço, és única,
envolta em mistérios
como a sacerdotisa
vestida em sua túnica,
pois podes ser como desejar,
entre um ato delicado ou rude,
azedo ou doce,
e fosse como fosse,
ainda consegue
a qualquer um encantar.
Penso em ti, e como o viciado
em mato dichavado,
não resisto e vou poetar,
mesmo sabendo
que chovo no molhado,
pois a poesia,
já está em ti a se revelar.
Série de poesias dedicadas a musa que fez florescer em mim, algo que eu pensei que nunca mais iria dar frutos. Obrigado, do fundo do meu coração.
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