Eu nem sei porque
lhe escrevi uma poesia.
eu hoje me pergunto,
se em você, tal lirismo cabia.
Eu nem sei porque
lhe escrevi uma poesia.
fiz no ímpeto do sentimento,
sem saber sequer se você merecia.
Mas ainda reconheço, és única,
envolta em mistérios
como a sacerdotisa
vestida em sua túnica,
pois podes ser como desejar,
entre um ato delicado ou rude,
azedo ou doce,
e fosse como fosse,
ainda consegue
a qualquer um encantar.
Penso em ti, e como o viciado
em mato dichavado,
não resisto e vou poetar,
mesmo sabendo
que chovo no molhado,
pois a poesia,
já está em ti a se revelar.
Série de poesias dedicadas a musa que fez florescer em mim, algo que eu pensei que nunca mais iria dar frutos. Obrigado, do fundo do meu coração.
segunda-feira, 12 de setembro de 2016
Ser a arte
Busco entender,
por ventura saber
indo de parte a parte,
se preciso for, até marte
a definição do que é arte.
Me perco ao dizer
a cabeça dá nó
e quem me vê na labuta
deve pensar, que dó,
mas imagino, não sofro só.
Porém descobri,
que certa feita disseram
em algum lugar por aí:
Arte, a revelação do belo,
e então pensei,
do meu jeito singelo, ser,
a definição de arte, você.
por ventura saber
indo de parte a parte,
se preciso for, até marte
a definição do que é arte.
Me perco ao dizer
a cabeça dá nó
e quem me vê na labuta
deve pensar, que dó,
mas imagino, não sofro só.
Porém descobri,
que certa feita disseram
em algum lugar por aí:
Arte, a revelação do belo,
e então pensei,
do meu jeito singelo, ser,
a definição de arte, você.
Sem sentido é explicar
Um anjo caiu do céu,
de Ísis tirou-se o véu,
a chama que a alma incendeia,
do mar emergiu uma sereia.
A luz que invadiu meu coração,
opulenta fonte de inspiração,
na morte, vida injeta,
renascendo pro mundo um poeta.
Me põe vulnerável, prestes a cair,
perdido num intenso sentir,
sem sentido é explicar,
o quanto estou a te amar.
de Ísis tirou-se o véu,
a chama que a alma incendeia,
do mar emergiu uma sereia.
A luz que invadiu meu coração,
opulenta fonte de inspiração,
na morte, vida injeta,
renascendo pro mundo um poeta.
Me põe vulnerável, prestes a cair,
perdido num intenso sentir,
sem sentido é explicar,
o quanto estou a te amar.
Meu raio de sol
Raios dourados
quentes e iluminados,
brilhando como o sol
debaixo de cada caracol,
dos cabelos mais exuberantes,
vistosos e inebriantes
como iguais jamais vi.
Vivi, muito senti
encantos, nos mais
recônditos recantos
desfrutei, no entanto
agora, nessa hora
só o que sei é que desejo,
o ensejo de por entre
seus cabelos me perder
e diante do teu sorriso,
sentir teu amor
sentir teu amor
ouvir seu riso,
que como a lira
quando escuto o som
até me harmonizo.
Com algo que ainda
não sei definir,
mas do meu coração
derrete o gelo,
e faz por alguns instantes,
minha tristeza sumir.
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